Indicado ao Fed, Warsh promete respeitar independência do BC, mas com limites
A história por trás dos fatos revela aspectos que raramente chegam às manchetes. O indicado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para comandar o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve afirmar aos parlamentares, em audiência de confirmação marcada para terça-feira (21), que está "comprometido em garantir que a condução da política monetária permaneça estritamente independente".
Importante mencionar que As declarações constam em comentários preparados vistos pela Reuters nesta segunda-feira. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O financista Kevin Warsh, de 56 anos e ex-diretor do Fed, também dirá aos integrantes do Comitê Bancário do Senado que pretende colaborar com o governo e com o Congresso em temas que não dizem respeito diretamente à política monetária. "Estou igualmente comprometido em trabalhar com o governo e com o Congresso em questões não monetárias que fazem parte das atribuições do Fed", afirmará.
Nas falas preparadas, Warsh diz que a independência do banco central deve ser preservada especialmente nas decisões sobre política monetária. "Esse grau de independência não se estende a toda a gama de suas funções mandatadas pelo Congresso", afirmou. Segundo ele, os responsáveis pelas decisões do Fed não têm direito à mesma "deferência especial" em temas como gestão de recursos públicos, regulamentação e supervisão bancária ou questões ligadas às finanças internacionais. Mudanças no Fed Indicado para substituir o atual chair do Fed, Jerome Powell, Warsh também promete promover mudanças na instituição.
Os próximos meses serão decisivos pro rumo das coisas.
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