Meta enfrenta demissões e críticas internas em meio à corrida pela IA
A novidade esta movimentando o setor. Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos REUTERS/Nathan Frandino Chuva de demissões, vigilância de funcionários, fuga de cérebros.
Vale destacar que Na Meta, a corrida pela inteligência artificial (IA) cobra um preço: um clima interno tóxico que nem mesmo a prosperidade da gigante da tecnologia consegue apaziguar. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Há mais de um ano, a empresa matriz do Facebook, Instagram e WhatsApp vem enfrentando reduções de pessoal, uma reorganização caótica de sua pesquisa em IA e intensa pressão sobre seus funcionários.
Essa instabilidade contrasta fortemente com sua situação financeira. Impulsionada pela publicidade, que representa a maior parte de sua receita, a Meta registrou lucros de quase 23 bilhões de dólares (119 bilhões de reais, na cotação atual) no primeiro trimestre, um aumento de 30% em relação ao ano anterior. Por outro lado, seus gastos de investimento em IA dispararam. Mark Zuckerberg, seu fundador com poder quase absoluto, decidiu impor cortes drásticos e maior supervisão sobre suas equipes. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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