Muito além das remadas: a surpreendente economia dos vikings — que enfrentam o Brasil na Copa
A novidade esta movimentando o setor. Haaland fala sobre as chances da Noruega contra o Brasil: "Pequenas" Após avançar às oitavas de final da Copa do Mundo, o Brasil enfrenta uma seleção que costuma levar para as arquibancadas um dos símbolos mais conhecidos da história nórdica: a remada viking.
Vale destacar que Mas, muito antes de inspirar cantos nas arquibancadas — e séculos antes de jogadores como Erling Haaland chamarem atenção dentro de campo —, os vikings já comandavam uma rede comercial que se estendia por milhares de quilômetros. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Conhecidos pelas expedições militares, os vikings também construíram parte de sua prosperidade por meio do comércio, segundo estudos reunidos no livro Viking-Age Trade: Silver, Slaves and Gotland ("O comércio na Era Viking: prata, escravos e a ilha de Gotland", em tradução livre), de pesquisadores das universidades de Oxford e Cambridge.
Muito além da Escandinávia Um dos motores da economia viking era a prata. Entre os anos 800 e 1000 d.C., centenas de milhares de moedas conhecidas como dirhams, cunhadas em regiões do atual Iraque, Norte da África e Ásia Central, chegaram ao norte da Europa. Boa parte desse metal chegava à ilha de Gotland, atual território da Suécia. Com dezenas de portos, a ilha funcionava como ponto de encontro entre as rotas comerciais do Leste e do Oeste europeu e, por isso, concentra a maior quantidade de tesouros de prata da Era Viking já encontrada por arqueólogos. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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