O Brasil e a nova estratégia chinesa - O Assunto #1716
Confira os detalhes que estao repercutindo. A China passa por uma transformação que afeta diretamente o ampliar-exportacoes-em-ate-us-0087ea/" title="Acordo Mercosul-UE: Brasil deve ampliar exportações em até US$ 1 bilhão em um an">deve-ampliar-exportacoes-em-ate-us-0087ea/" title="Acordo Mercosul-UE: Brasil deve ampliar exportações em até US$ 1 bilhão em um an">Brasil.
Alem disso, Como explica Larissa Wachholz, especialista do núcleo de Ásia do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), a potência asiática busca reduzir sua dependência externa — especialmente de importações como soja e proteínas brasileiras. Pequim acelera uma estratégia de autossuficiência alimentar porque a fome, historicamente presente no país, é tratada hoje como uma "vulnerabilidade". Por isso, o 15º Plano Quinquenal, que orienta o desenvolvimento do gigante asiático, projeta um crescimento mais moderado e maior foco no fortalecimento do mercado interno.
Nesse contexto, segurança alimentar e segurança nacional passam a caminhar juntas. Esse movimento já aparece nos indicadores: na última década, a participação das importações no PIB chinês caiu de 22% para menos de 18%. Na área de alimentos, a estratégia combina tecnologia, subsídios, expansão da produção doméstica e estoques elevados — um cenário que tende a pressionar exportadores no longo prazo. Hoje, o Brasil responde por 25% de tudo o que a China importa do agronegócio global. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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