BRB: o que já se sabe e o que ainda é dúvida sobre o empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o banco
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Veja o que foi divulgado recentemente. Presidente do BRB promete divulgar balanço atrasado até 30 de junho O governo do Distrito Federal se encaminha para tomar, nas próximas semanas, um empréstimo estimado em até R$ 6,6 bilhões para reforçar o caixa do Banco de Brasília (BRB) – banco que entrou em apuros após transações malsucedidas com o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Alem disso, O governo do DF é o acionista controlador do banco e utiliza o BRB para operar mais de 30 programas sociais, oferecer crédito habitacional e até para operar a folha de pagamento do funcionalismo distrital. Por isso, cabe ao Executivo local garantir que o banco funcione dentro das regras do sistema financeiro do país – o que foi comprometido pelas supostas fraudes nas transações com o Master. Nesta terça (9), a Câmara Legislativa do DF aprovou, por margem apertada (11 a 9), a autorização para que a governadora Celina Leão (PP) peça o empréstimo.
Deputados da oposição e da base aliada, no entanto, ecoaram a mesma reclamação: a falta de detalhes sobre a operação de crédito. Também nesta terça, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, foi ao Senado para falar da crise do banco. Por lá, detalhou a modelagem que o governo propôs – mas reconheceu que quem define os termos do acordo é quem empresta, e não quem toma emprestado. Até a manhã desta quarta (10), os detalhes da transação seguiam obscuros. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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