'Chegava a trabalhar 17 horas': vítimas de violência doméstica usam apps de transporte para reconstruir vida
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Confira os detalhes que estao repercutindo. Possibilidade de ganho imediato é o principal fator para mulheres optarem por trabalho por aplicativo Foto: Carlos A.
Importante mencionar que Moreno/ZUMA/IMAGO Após ser agredida e ameaçada de morte pelo ex-marido, Nany Cardoso decidiu denunciá-lo e pedir o divórcio. Sem emprego e morando de favor na casa do irmão com as três filhas, alugou um carro para trabalhar como motorista de aplicativo em Niterói (RJ). "No começo, chegava a ficar 17 horas trabalhando direto.
Tinha que trabalhar dobrado para cobrir o aluguel do carro e ainda sobrar. Apesar de tudo, foi o que fez minha vida melhorar, trouxe renda para cuidar das crianças e sustentar a casa", relata. Casos como o de Cardoso se repetem no Brasil. Em 2024, 187,9 mil mulheres foram alvo de violência doméstica, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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