Diretor do BC defende decisão do Copom que cortou taxa de juros: 'dobrar ou triplicar Selic não abriria estreito de Ormuz’
Analises e comentarios sao informativos. Nao sao recomendacao de compra, venda ou investimento. Busque profissional certificado para decisoes financeiras.
Confira os detalhes que estao repercutindo. O diretor de Política Econômica, Paulo Picchetti, defendeu nesta quinta-feira (25) a decisão do Banco Central de cortar a taxa Selic, de 14,5% para 14,25% ao ano na semana passada, reiterando que a política de juros não deve reagir integralmente a "variações de preços decorrentes de choques de oferta".
Vale destacar que 🔎Choques de oferta são eventos inesperados que alteram, repentinamente, a disponibilidade ou o custo de bens e serviços e, portanto, são insensíveis a mudanças na taxa básica de juros da economia. Ele comparou os choques de oferta a um "hematoma", e explicou, em seguida, que uma eventual elevação da taxa de juros neste momento não reabriria o Estreito de Ornuz — que estava fechado nos últimos meses por conta da guerra entre Estados Unidos e Irã. Seu fechamento foi um dos principais fatores a impulsionar a inflação corrente, e as expectativas para o futuro, por pressionar os preços dos combustíveis.
"É como um hematoma, leva uma pancada e fica roxo. Tem sua dinâmica, sua inércia, não tem muito o que você pode fazer no caminho para tirar ele, não tem um remédio que pode tomar. Desaparece se não houver outro choque", disse Pichetti, sobre a natureza dos chamados "choques de oferta". "Se a gente dobrasse ou triplicasse a Selic, não ia abrir estreito de Ormuz, não ia fazer o El Nino mudar de ideia e deixar de nos visitar esse ano. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.
📊 Analise dados econômicos e odds com IA — BetAnalyzer Grátis
Análise estatística de partidas com IA — Grátis durante a promoção
Analisar agora — É grátis →Sem cartão de crédito · Cancele quando quiser




