Empresas japonesas de menor porte deixam China diante de riscos e concorrência
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A informacao chegou e merece atencao. Um número crescente de pequenas e médias empresas japonesas está deixando a China diante do aumento dos riscos associados às tensões prolongadas entre Pequim e Washington, à desaceleração da economia chinesa e à aplicação da lei de espionagem do país.
Vale destacar que "Muitas empresas japonesas entraram na China quando o país era conhecido como a fábrica do mundo, mas decidiram sair à medida que riscos imprevisíveis aumentaram", afirmou Ichiro Kawaguchi, presidente da Quick, empresa de recrutamento e seleção. Fundada em 1980, a Quick abriu uma subsidiária integral em Xangai em 2003, mas encerrou as operações no fim de 2025. A unidade prestava serviços de consultoria e assessoria em recursos humanos, especialmente relacionados às leis trabalhistas chinesas, para empresas japonesas instaladas no país.
Com a expansão da presença japonesa na China a partir de 2003, a demanda pelos serviços da Quick cresceu. Mas, segundo estimativas da companhia, o número de novas empresas japonesas entrando no mercado começou a diminuir por volta de 2020. Após o início da pandemia de covid-19, a desaceleração econômica chinesa ficou mais evidente, enquanto as tensões comerciais e políticas com os Estados Unidos se intensificaram. Além disso, autoridades chinesas passaram a investigar casos envolvendo funcionários de empresas japonesas acusados de violar a lei de espionagem do país. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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