'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT fez usuários perderem o contato com a realidade
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A novidade esta movimentando o setor. O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT AP/Michael Dwyer, Arquivo Com a ajuda do ChatGPT, Tom Millar acreditou ter desvendado todos os segredos do universo, como sonhava Einstein, e depois, aconselhado combustível em 1 bi">pelo assistente virtual de inteligência artificial, chegou até a pensar em se tornar papa, afastando-se ainda mais da realidade.
Alem disso, "Eu me candidatei a ser papa", conta à AFP esse canadense de 53 anos, ex-agente penitenciário, hoje atônito diante da situação que viveu e que o fez voltar de forma dramática à realidade. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Tom Millar passava até 16 horas por dia conversando com o chatbot dotado de inteligência artificial.
Ele foi internado duas vezes, contra a vontade, em um hospital psiquiátrico, antes de sua esposa deixá-lo em setembro. Agora, separado da família e dos amigos, mas já livre da ideia de ser um gênio das ciências, Millar sofre de depressão. "Simplesmente arruinou a minha vida", explica. Vídeos em alta no g1 Millar é um exemplo daquelas pessoas - cujo número se desconhece - que perderam o contato com a realidade através de suas interações com chatbots. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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