Ministro da Fazenda diz que monitoramento de fintechs permitiu combater crime organizado no 'andar de cima'
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Veja o que foi divulgado recentemente. Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (28) que o monitoramento das chamadas "fintechs", empresas que usam a tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais simples e rápida, permitiu o combate ao crime organizado no "andar de cima, olhando a parte financeira que abastece e dá oxigênio ao crime organizado".
Alem disso, "A gente espera avançar no combate ao crime organizado da maneira que importa, fazendo asfixia financeira. Essas 'fintechs' foram identificadas dadas as informações que a receita começou a receber em meados de 2025, também identificamos [irregularidades com] 'criptoativos'", disse o ministro a jornalistas. 🔎Criptoativos são ativos digitais, como criptomoedas (exemplo: bitcoin), que circulam na internet e podem ser usados para investimento ou transferências, sem controle direto de governos ou bancos centrais.
Mais cedo nesta quinta, o grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal iniciaram uma nova fase da Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis. A ação, batizada de "Fluxo Oculto", teve como principais alvos empresários, operadores logísticos e laranjas do esquema, que, segundo a investigação, continuaram atuando mesmo após operações policiais anteriores, como a "Carbono Oculto", evidenciando alto grau de organização (leia mais abaixo). Secretário executivo da Fazenda, Dario Durigan. Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda A operação cumpriu cerca de 60 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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