'Não existe mais ano normal': agricultores dos EUA mudam horários de colheita e protegem mudas para enfrentar calor extremo
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Confira os detalhes que estao repercutindo. Annie Woods colhe abobrinhas da variedade Eight Ball ao pôr do sol, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em sua fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA.
De acordo com informacoes, Bickel/AP Mesmo quando o sol começa a se pôr, o calor do dia ainda permanece no ar enquanto Annie Woods volta à lavoura para colher abóboras e abobrinhas em sua fazenda. Ondas de calor intensas e prolongadas fazem parte de um padrão de eventos climáticos extremos impulsionado pelas mudanças climáticas, que também têm provocado secas e enchentes severas. Para os agricultores dos EUA, isso significa janelas de plantio mais curtas e maior risco de perda de safras, devido a períodos de calor no início da temporada seguidos por geadas.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 “Acho que é muito seguro dizer que essas ondas de calor não vão desaparecer nem são eventos isolados”, afirmou Woods. A recente cúpula de calor (heat dome), um sistema de alta pressão que aprisiona o calor e a umidade sobre uma região, afetou produtores especializados no cultivo de frutas e hortaliças. As mudanças climáticas causadas pela ação humana também têm intensificado as ondas de calor e outros eventos climáticos extremos. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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