Poupança para a liberdade: O que as cadernetas de escravizados revelam sobre a busca por alforria no século XIX
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Veja o que foi divulgado recentemente. Homens e mulheres escravizados trabalhando em fazenda de café no Brasil NY Public Library O Brasil completa nesta quarta-feira, 13 de maio, 138 anos da assinatura da Lei Áurea — decreto que aboliu a escravidão no Brasil.
De acordo com informacoes, Um levantamento recente em cima de 158 cadernetas de poupança de pessoas escravizadas preservadas pela Caixa Econômica Federal mostra que a liberdade foi, em muitos casos, poupada real a real e não concedida por decreto. Real é o singular de réis, moeda da época. A pesquisa da Caixa é uma resposta à ação do Ministério Público Federal, de 2025, que intima a Caixa a explicar o destino de poupanças de escravizados.
O resultado foi o levantamento de 158 cadernetas de poupança de pessoas escravizadas, datadas entre 1861 e 1888, que funcionam como testemunhas de uma luta financeira pela liberdade. Um marco nessas trajetórias foi o decreto nº 5.594 de 1874, que permitiu que pessoas escravizadas abrissem contas de poupança independentemente da permissão de seus senhores. Esse direito jurídico possibilitou que o "pecúlio" — o valor acumulado pelo próprio escravizado — fosse protegido e utilizado para o objetivo final: a compra da alforria. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Fique de olho nas proximas publicacoes.
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