'Trabalho mais perigoso do mundo': o cientista que percorre o labirinto radioativo de Chernobyl
Analises e comentarios sao informativos. Nao sao recomendacao de compra, venda ou investimento. Busque profissional certificado para decisoes financeiras.
pressionado-veja-niveis-do-dia-ca61c5/" title="Mini-índice (WINM26) segue pressionado; veja níveis do dia">segue-em-2-no-ranking-de-mai-c8c072/" title="Apesar de corte na Selic, Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais d">Veja o que foi divulgado recentemente. Anatolii Doroshenko é pesquisador do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares, na Ucrânia Getty Images via BBC O reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, ficou completamente destruído com a explosão fatal do dia 26 de abril de 1986.
Vale destacar que 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Mas, a cerca de 10 metros de profundidade, permanecem os centros de controle e monitoramento, que sobreviveram ao desastre. "É como um grande labirinto embaixo do reator", explica à BBC o pesquisador Anatolii Doroshenko, de 38 anos, do Instituto de Problemas de Segurança das Centrais Nucleares (ISPNPP, na sigla em inglês).
Vídeos em alta no g1 Seu trabalho inclui percorrer esse labirinto pelo menos uma vez por mês — uma missão que, segundo a revista New Scientist, "pode ser considerada o trabalho mais perigoso do mundo". Naquela rede de salas e corredores subterrâneos, tudo está contaminado pela radiação: o piso, os equipamentos, as paredes e até o ar. A explosão do dia 26 de abril de 1986 destruiu o reator 4 da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia Getty Images via BBC Ali, Doroshenko se encarrega de revisar os equipamentos, coletar dados, instalar medidores, retirar amostras e monitorar o estado do combustível nuclear. Em algumas salas, a radiação é tão alta que o pesquisador precisa completar suas tarefas em menos de quatro minutos e sair imediatamente. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.



