Cotas para médicos residentes: MPF quer obrigar Einstein a reservar vagas para trans, negros, indígenas e outros grupos
A novidade esta movimentando o setor. Centro de excelência em intervenção cardíaca do Hospital Albert Einstein Divulgação O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça, na última semana, para obrigar a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein a adotar cotas afirmativas nos programas de residência médica.
Segundo apurado, 📈O QUE É RESIDÊNCIA MÉDICA? É uma modalidade de pós-graduação disputadíssima, em que médicos recém-formados recebem treinamento prático e supervisionado em hospitais e serviços de saúde para se especializar em uma área, como cardiologia, obstetrícia ou psiquiatria. O MPF defende que haja uma reserva de vagas com os seguintes critérios: 30% para negros; 10% para pessoas com deficiência; 5% para indígenas; 5% para quilombolas; 5% para transexuais.
Ao g1, a instituição afirmou que “até o momento [terça-feira, 9 de abril], não foi citada sobre a ação e, por isso, não tem conhecimento sobre o conteúdo do processo” (entenda mais abaixo). Atualmente, o programa de residência médica do Hospital Albert Einstein só oferece a modalidade de ampla concorrência: na edição de 2026, são 111 vagas, distribuídas por diferentes áreas médicas (6 em anestesiologia, 6 em cirurgia geral, 12 de clínica médica, 8 de ginecologia etc). Não há qualquer menção a cotas sociais ou raciais. O hospital tem unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Recife. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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