Manifestação de universitários na Argentina denuncia desmantelamento da Educação promovido por Milei
A novidade esta movimentando o setor. Uma manifestante segura um cartaz onde se lê “Os lápis escrevem todos os dias”, enquanto trabalhadores e estudantes universitários argentinos participam de uma marcha para protestar contra o corte de verbas das universidades públicas, em Buenos Aires, Argentina, em 12 de maio de 2026 Cristina Sille/Reuters Professores e estudantes universitários argentinos protestam, quinta">nesta terça-feira (12), contra os cortes orçamentários na educação superior e para exigir a aplicação de uma lei de financiamento, enquanto o governo de Javier Milei anuncia novos ajustes no setor.
Segundo apurado, A marcha federal universitária, a quarta desde que Milei assumiu em dezembro de 2023, ocorre após a publicação, na segunda-feira, de uma modificação do orçamento com novos cortes nas áreas de educação e saúde em nome de sua política de equilíbrio fiscal. Os universitários exigem a aplicação de uma lei que obriga o governo a garantir recursos para o sistema universitário e atualizá-los pela inflação. O jornalista Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires, acompanha a manifestação e aponta que, desde que Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023, a situação das universidades públicas só se agravou, atingindo o menor nível de investimento da história do país.
Cada manifestação universitária reúne mais de um milhão de pessoas nas ruas em todo o território argentino, evidenciando uma crescente insatisfação popular. A pressão social levou o Congresso a aprovar leis que obrigam o governo a repassar os recursos necessários para o financiamento das universidades. Apesar disso, Milei se recusa a cumprir as medidas, alegando que a manutenção do superávit fiscal, base de seu plano econômico, é prioridade. Em setembro de 2024, o Congresso aprovou a primeira lei de financiamento universitário, mas ela foi vetada pelo presidente argentino. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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