Você consegue cortar as próprias unhas dos pés?
Antes de iniciar qualquer programa de treino, consulte um medico ou educador fisico. Exercicios feitos sem orientacao podem causar lesoes.
Veja o que foi divulgado recentemente. Na coluna de terça-feira, o assunto era a falta de preparo das emergências para atender o público idoso, fruto da minha conversa com o o médico Pedro Kallas Curiati, doutor pela Faculdade de Medicina da USP e coordenador das especializações em geriatria e gerontologia da Faculdade Sírio-Libanês.
Vale destacar que Hoje, aproveito os ensinamentos do especialista para abordar outro tema que é da maior relevância no processo de envelhecimento: o rins-dos-brasileiros-correm-s-128b55/" title="Um risco silencioso: por que os rins dos brasileiros correm sério perigo">silencioso-por-que-os-rins-dos-brasileiros-correm-s-128b55/" title="Um risco silencioso: por que os rins dos brasileiros correm sério perigo">risco de quedas. O doutor Curiati afirma que uma pergunta simples – “O senhor(a) consegue cortar as próprias unhas dos pés?” – é um eficaz insight clínico: “Pode funcionar como ferramenta de triagem de risco multidimensional, captando simultaneamente limitações de mobilidade, equilíbrio, visão e redução da destreza e força de preensão manual”. Pés: dificuldade em cortar as unhas dos pés pode indicar também de mobilidade, equilíbrio e visão Sabine Van Erp para Pixabay Em suas aulas, ele explica o conceito do hidden faller (o “caidor oculto”): pacientes que procuram o pronto atendimento por queixas aparentemente não relacionadas a quedas (como infecção, dor, ou alterações metabólicas), mas que apresentam um risco subjacente que passa despercebido.
“A dinâmica típica na emergência prioriza a estabilização da condição aguda que motivou a procura pelo serviço. Quando o motivo da consulta é predominantemente clínico, a avaliação de risco de quedas frequentemente é negligenciada ou considerada secundária. Essa lacuna cria um paradoxo: os idosos que estão doentes o suficiente para procurar o pronto atendimento são aqueles com maior vulnerabilidade nas semanas subsequentes, devido ao descondicionamento, à debilidade residual da doença aguda e aos efeitos adversos de novos medicamentos”, diz. O médico reforça a orientação de criar um ambiente seguro em casa, com a remoção de tapetes soltos, iluminação adequada, corrimãos em escadas e barras de apoio nos banheiros. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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