Adversário do Brasil na Copa, Japão tenta salvar monarquia sem romper tradição; entenda
A novidade esta movimentando o setor. O imperador japonês Naruhito (à esq.) não teve filhos homens (Arquivo).
Segundo apurado, Pool for Yomiuri/AP Photo/picture alliance via DW A família imperial do Japão se vê diante de uma encruzilhada: consciente da atual escassez de herdeiros masculinos –os únicos legalmente aptos a ocupar o trono–, ela encolhe cada vez mais diante da exclusão automática de princesas da realeza após se casarem. A situação representa um desafio para uma instituição milenar, vista como elemento de coesão nacional, e preocupa políticos há mais de duas décadas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Agora, sete partidos, incluindo oposição e governistas, chegaram a um consenso e apresentaram um projeto de mudança na Lei da Casa Imperial, com o objetivo de assegurar um número suficiente de membros na família real.
O governo de Sanae Takaichi pretende encaminhar a proposta ao Parlamento em breve para garantir sua aprovação ainda na atual legislatura. O projeto prevê a inclusão na família imperial de homens adotados, a partir de 15 anos, que sejam descendentes da linhagem paterna de antigas famílias aristocráticas. No Japão, a adoção tradicionalmente assegura a sucessão masculina. Tal solução seria uma vitória para os conservadores, que querem evitar a todo custo uma mulher no Trono do Crisântemo. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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