Brasil responde a relatório dos EUA, nega que PIX favoreça empresas e defende decisões do STF
A informacao chegou e merece atencao. EUA não provaram que o Pix prejudica as empresas O Ministério das Relações Exteriores enviou um documento em que formaliza a resposta oficial do governo brasileiro à investigação dos Estados Unidos que acusa o Brasil de adotar práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos, e propõe uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros.
Alem disso, A carta é assinada pelo chanceler Mauro Vieira e foi protocolada na tarde dessa quarta-feira (1º). No texto, o ministro afirma que as críticas do governo americano ao PIX e a decisões da Justiça brasileira não têm relação com comércio, mas com divergências sobre políticas internas. A manifestação segue a mesma linha de discursos públicos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em defesa da soberania, e do que o petista afirma que tem conversado com Trump nos encontros entre os dois.
"As manifestações anteriores do Brasil demonstraram que os Estados Unidos e o Brasil mantêm uma relação comercial sólida e cada vez mais benéfica, incluindo um superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil em 2024", destaca o ministro. "Essas manifestações também estabeleceram que, na prática, a estrutura tarifária aplicada pelo Brasil já é altamente favorável às exportações norte-americanas", prossegue. Chanceler Mauro Vieira Mateus Oliveira/MRE O que diz o documento? 🔎O documento foi enviado ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), responsável pela investigação aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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