Como Ahmadinejad, ex-presidente do Irã, virou um dos maiores mistérios da guerra?
Confira os detalhes que estao repercutindo. Autoridades americanas dizem que EUA e Irã vão estender cessar-fogo por 60 dias "Vocês precisam entender que esse regime odiado [Israel] caminha para o colapso e, pela graça de Deus, irá cair.
Importante mencionar que Nada será capaz de salvá-lo. Esse regime chegou ao fim e em breve desaparecerá do mapa." Durante anos, declarações como essa fizeram do ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad (2005-2013) um dos principais símbolos do discurso anti-Israel no mundo. Ele questionou o Holocausto, chamou Israel de "regime fabricado" e defendeu o avanço do programa nuclear iraniano apesar das sanções, posições frequentemente usadas por autoridades israelenses para sustentar a ideia de que o Irã representava uma ameaça real.
Ainda assim, o jornal americano The New York Times informou que, nos "planos para o pós-guerra", Estados Unidos e Israel chegaram a considerar a possibilidade de Ahmadinejad romper com o aparato de segurança iraniano e se apresentar como um possível futuro líder do país. Mas, segundo o jornal, a iniciativa teria fracassado porque um ataque destinado a libertar Ahmadinejad da prisão domiciliar, no início da guerra, acabou deixando o ex-presidente ferido. Ahmadinejad e seus aliados não comentaram as alegações, e seu paradeiro segue desconhecido. A reportagem foi recebida com ceticismo por muitos analistas americanos e israelenses, que questionam por que os dois países cogitariam se aproximar de alguém associado durante tantos anos a um discurso extremista anti-Israel. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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