Ebola no Congo e Uganda: qual é o risco real de o vírus chegar ao Brasil?
Veja o que foi divulgado recentemente. Entenda o Ebola em 7 pontos O Congo registrou, no dia 15 de maio, um novo surto de Ebola na província de Ituri, no nordeste do país, causado pela espécie Bundibugyo.
Segundo apurado, Em 48 horas, dois casos confirmados, sem aparente ligação entre si, foram detectados em Kampala, Uganda, em pessoas que viajavam da República Democrática do Congo. A velocidade da disseminação foi suficiente para que a Organização Mundial da Saúde declarasse o surto uma emergência de saúde pública de preocupação internacional em 17 de maio de 2026. Até o dia 19 de maio, o surto havia acumulado 536 casos suspeitos, 105 prováveis, 34 confirmados e 134 mortes na República Democrática do Congo, além de dois casos confirmados e uma morte no Uganda.
O que torna a situação mais grave, segundo a OMS, é a ausência de ferramentas médicas eficazes: diferentemente das cepas Ebola-Zaire —combatidas por vacinas aprovadas—, não há terapêutica nem imunizante específico para o vírus Bundibugyo. O g1 ouviu Flávia Bravo, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), e André Bon, coordenador de infectologia do Hospital Brasília e head de infectologia da Rede Américas, para responder às principais dúvidas sobre o surto. Um homem é retirado de uma ambulância ao chegar ao Hospital Geral de Referência de Bunia, após a confirmação de um surto de Ebola envolvendo a cepa Bundibugyo em Bunia, província de Ituri, República Democrática do Congo, em 16 de maio de 2026 REUTERS/Victoire Mukenge O Ebola pode chegar ao Brasil? Flávia Bravo afirma que o risco de o vírus chegar ao Brasil existe, mas é improvável no momento. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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