Escanteada por Trump, saída de diretora de Inteligência dos EUA era questão de tempo
Confira os detalhes que estao repercutindo. A Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, na Casa Branca, em 23 de julho de 2025, em Washington.
Vale destacar que AP/Alex Brandon A doença do marido justificou a renúncia de Tulsi Gabbard ao cargo de Diretora Nacional de Inteligência dos EUA, mas a sua saída do governo, anunciada nesta sexta-feira pelo presidente e por ela, era especulada há tempos e não causou surpresa alguma. Gabbard vinha sendo escanteada por Trump e não participava de decisões cruciais, como principal autoridade da equipe de segurança nacional do presidente, embora seu departamento lidere 18 agências, entre elas a CIA, o FBI e o NSA. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Agora no g1 Como exemplo desta relação desconectada, enquanto Nicolás Maduro era retirado à força de seu quarto em Caracas e levado para os EUA, em janeiro, a diretora de Inteligência postava fotos de uma viagem turística com a família no Havaí.
Tampouco participou das discussões que antecederam o ataque dos EUA e Israel ao Irã. Gabbard sempre se opôs a intervenções militares no exterior. E teve dificuldades para justificar os bombardeios numa audiência, em março, do Comitê de Inteligência do Senado. "O regime no Irã parece estar intacto, mas amplamente degradado pela Operação Fúria Épica", afirmou, na época, contradizendo o presidente, que assegurava que o Irã estava prestes a obter uma arma nuclear. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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