O que fez a Arábia Saudita parar de gastar centenas de bilhões de dólares com ideias futuristas extravagantes
A novidade esta movimentando o setor. Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científica AFP via Getty Images/BBC Os monarcas autocráticos deixaram um eco da sua glória nas ruínas dos megaprojetos que eles dirigiram, no auge do seu poder inquestionável.
Importante mencionar que 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Essas pegadas físicas monumentais se encontram nas férteis planícies, encostas montanhosas e desertos do Oriente Médio. Mas um dos seus homólogos modernos mais importantes talvez acabe deixando apenas uma pegada digital sobre alguns dos seus conceitos mais ambiciosos. Há uma década, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman — MBS, como é popularmente conhecido — determinou uma reformulação do seu país que parecia uma obra de ficção científica.
O projeto recebeu o nome de Visão 2030. Veja os vídeos em alta do g1 Agora no g1 Estruturas monolíticas extraordinárias deveriam contribuir para o desenvolvimento de novas maravilhas tecnológicas, não só para o reino saudita, mas para todo o mundo. Estas ideias foram reveladas em um portentoso material de relações públicas evocando paisagens fantásticas, que atraiu grande cobertura da imprensa, em uma mistura de admiração e escárnio. Isso foi possível graças ao fundo soberano de riqueza da Arábia Saudita (PIF), que soma quase um trilhão de dólares (cerca de R$ 5 trilhões). Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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