Política restritiva de vistos patrocinada por Trump afasta turistas da Copa e abala setor hoteleiro nos EUA
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada pelo governo Trump A Copa do Mundo só começa na quinta-feira, mas já acusou um perdedor nos EUA — o setor hoteleiro, que registra taxas de ocupação em queda nas 11 cidades-sede do país.
Importante mencionar que As expectativas são pessimistas, sobretudo se comparadas às outras 5 cidades no México e no Canadá, que também hospedam os jogos e ostentam um fluxo maior de reservas de hotéis. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Este cenário é creditado, em boa parte, à política restritiva de vistos e imigração do governo Trump, que vem afastando o torcedor de futebol oriundo de países visados pelos EUA, levando-o a desviar a rota para os outros dois países anfitriões do Mundial. Das 48 seleções que competem, as delegações de Haiti e Irã enfrentam proibições de entrada no país.
Costa do Marfim e Senegal estão sujeitos a restrições parciais, enquanto outros times postergaram as viagens por dificuldades na obtenção de vistos. O torneio ainda não começou, mas os incidentes hostis patrocinados pela segurança de aeroportos americanos ganham destaque. Apontado pela Fifa como o melhor juiz da África, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi barrado pela imigração, após ser interrogado por 11 horas, e não apitará na Copa. O atacante iraquiano Aymen Hussein ficou retido sete horas no Aeroporto Internacional O’ Hare, em Chicago. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.




