Presidente da Fifa nega interferência em decisão que tirou cartão vermelho de jogador dos EUA
Veja o que foi divulgado recentemente. Trump admite que pediu para Fifa revisar cartão vermelho O presidente da Fifa, Gianni Infantino, se defendeu das críticas de interferência política na decisão que anulou o cartão vermelho dado ao jogador da seleção dos Estados Unidos Folarin Balogun, durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo, contra a Bósnia Herzegovina.
De acordo com informacoes, ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar que pediu para ele que a federação revisasse o cartão vermelho aplicado ao jogador, Infantino admitiu que recebeu um telefone de Trump, mas garantiu que não teve nenhum poder sobre a decisão tomada e que informou apenas que um processo legal estava em andamento no Comitê Disciplinar da federação. "Os órgãos judiciais da Fifa são independentes, eles atuam de forma autônoma. (...) Eu leio as decisões do Comitê Disciplinar da Fifa quando são emitidas.
Às vezes fico surpreso com elas. Às vezes concordo, e às vezes discordo. O que sempre faço, no entanto, é respeitar essas decisões e a autonomia dos órgãos que as tomam", afirmou em comunicado. Gianni Infantino, ao centro, ao lados de dirigentes do Canadá e de Marrocos REUTERS/Hannah Mckay Pouco antes, questionado sobre o tema em uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, Trump disse que não considerou justa a falta marcada pelo árbitro "horrível" e se rebateu as acusações de interferência política na competição: "Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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