Procurar pela mãe por chat e chorar os mortos por streaming: como venezuelanos no exterior enfrentam a tragédia dos terremotos
A novidade esta movimentando o setor. Moradores deslocados após os dois terremotos de 24 de junho passam por um poste que exibe cartazes com informações sobre pessoas desaparecidas no complexo esportivo Jose Maria Vargas, em Maiquetía, estado de La Guaira, Venezuela, em 30 de junho de 2026.
Vale destacar que Federico Parra/AFP Do Equador, da Suíça e da Alemanha, María Pessina e seus irmãos passaram quatro dias procurando notícias da mãe em grupos de conversa e nas redes sociais. No sábado, uma fotografia confirmou o pior: Magnolia morreu no desabamento de seu edifício durante o duplo terremoto que atingiu a Venezuela. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia "A agonia terminou", suspirou Pessina, pesquisadora venezuelana radicada em Quito, quando conseguiu confirmar que as roupas de um dos corpos encontrados sob os escombros eram de sua mãe, de 79 anos.
AO VIVO: Últimas noticias sobre o terremoto na Venezuela Número de mortes por terremoto na Venezuela sobe para 2.295 A própria María poderia ter estado ali. Ela havia passado três semanas visitando a mãe e embarcou no voo de volta ao Equador poucas horas antes dos terremotos de 24 de junho. "O terremoto aconteceu enquanto eu estava voando", contou à AFP por telefone. Ao pousar, "meu telefone explodiu de mensagens porque muita gente achava que eu ainda estava em Caracas", relata. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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