Protegidos por Trump, supremacistas brancos marcharam livremente nas comemorações do Dia da Independência dos EUA
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Festa de 250 anos da independência dos EUA vira 'guerra cultural' No século passado, eles desfilaram com capuzes pontudos e vestes brancas compridas para disseminar o ódio racial e, ao mesmo tempo, manter a identidade em segredo.
Importante mencionar que Na versão moderna da Ku Klux Klan, os ativistas usam máscaras brancas, óculos escuros e bonés de beisebol, como mostraram no sábado (4) centenas de supremacistas brancos, da milícia Frente Patriótica, durante as comemorações dos 250 anos da Independência dos EUA. A diferença é que são acolhidos pelo MAGA, o movimento que sustenta o presidente Donald Trump. Marcharam livremente por Washington, agitando bandeiras confederadas ou hasteadas de cabeça para baixo, e aos gritos de “Reconquistem a América!” e "Vida, Liberdade, Vitória".
Criada em 2017 no Texas pelo ativista Thomas Rousseau — que liderou a marcha —, a Frente Patriótica é um dos principais grupos supremacistas do país e defende transformar os EUA em um Estado étnico branco, preservando a sua origem europeia. Conceitos como multiculturalismo, imigração e diversidade são vistos como ameaças à sua visão de nação. O grupo propaga também teoria da conspiração “Grande substituição”, que invoca a existência de um complô democrata para substituir o eleitorado branco por imigrantes de outras raças. Quem viu o desfile de homens mascarados de calça bege e camisa azul marinho pelo metrô de Washington saiu perturbado pelas cenas que refletem a polarização extrema do país. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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