Suprema Corte dos EUA decide nesta terça se acaba com cidadania automática para quem nasce no país, como quer Trump
A novidade esta movimentando o setor. Apoiador de Trump em frente à Suprema Corte dos EUA, em Washington, DC Cheney Orr/Reuters A Suprema Corte dos EUA deve proferir, nesta terça-feira (30), as decisões finais de diversos casos, sendo o principal deles a tentativa do presidente Donald Trump de acabar com a cidadania automática para todos os que nascem no país.
Vale destacar que Na segunda (29), nas decisões finais de outros casos, o mais alto tribunal do país impôs três derrotas a Trump e lhe concedeu uma vitória (leia mais abaixo). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Historicamente, os Estados Unidos concedem cidadania pelo princípio de "jus soli", ou direito de solo: todos os que nascem no território americano são cidadãos americanos, incluindo filhos de turistas ou imigrantes. As exceções são poucas e pontuais, como para filhos de diplomatas de outros países em serviço nos EUA.
Suprema Corte anuncia decisões sobre alcance do poder de Donald Trump A chamada cidadania por direito de nascença está prevista na 14ª Emenda da Constituição dos EUA, que afirma que "todas as pessoas nascidas" nos Estados Unidos "são cidadãos dos Estados Unidos". No primeiro dia de seu segundo mandato como presidente, no entanto, Donald Trump assinou uma ordem executiva limitando esse direito, embora sem detalhes claros sobre a concessão da cidadania. A medida faz parte de um pacote mais amplo de combate à imigração, que pode barrar a concessão da cidadania a filhos nascidos nos EUA de imigrantes ou turistas. O caso chegou à Suprema Corte por meio de um processo iniciado em New Hampshire batizado de "Trump versus Barbara". Acompanhe mais conteudos como esse no site.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.




