Consulta veicular revela riscos ocultos na compra de usados
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Veja o que foi divulgado recentemente. O mercado brasileiro de seminovos e usados manteve em 2026 o ritmo que o levou ao recorde do ano anterior.
De acordo com informacoes, Entre janeiro e março, foram mais de 4,3 milhões de negociações, 12,7% acima do mesmo período de 2025, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). O resultado prolonga um ciclo que, no fechamento de 2025, havia ultrapassado os 18,5 milhões de unidades. Por trás desse volume, circulam veículos cujo passado nem sempre acompanha o anúncio.
Só de furto de automóveis, o Brasil somou dois milhões de registros entre 2014 e 2024, conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública noticiados pela Band. Restrições judiciais e passagens por leilão, por exemplo, também integram essa zona de informação que costuma escapar a quem avalia apenas a aparência e o preço do carro. Esse descompasso entre o que o veículo mostra e o que ele registra é o terreno da consulta veicular. Samuel Jahn, CEO da Info Verifica, plataforma especializada em consultas veiculares, de crédito e cadastrais, enumera o que mais preocupa quem negocia um usado: "Os principais riscos são histórico de leilão, registros de roubo e furto, restrições, gravames, débitos e problemas documentais que podem gerar prejuízos ao comprador", afirma. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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