Defesa de Bolsonaro diz que apreensão de arma não é ‘falta grave’ e que prisão domiciliar deve seguir
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A novidade esta movimentando o setor. A defesa de Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a apreensão da arma em nome do ex-presidente durante uma blitz não configura “falta grave” e que ele deve seguir em prisão domiciliar.
Vale destacar que Moraes havia determinado que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a defesa se manifestassem a respeito da conclusão do inquérito sobre a apreensão do armamento. Na quarta (1), a PGR entendeu que a domiciliar deve ser prorrogada. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não houve “falta disciplinar” no episódio envolvendo a apreensão da arma.
Ele considerou, no entanto, que a condição de Bolsonaro é incompatível com a posse de armamento. Assim, o PGR se manifestou pela manutenção da apreensão do objeto. “Conforme consignado na conclusão das investigações, restou reconhecido que o peticionário possuía registro válido da arma de fogo, inexistindo restrições conhecidas que impedissem sua permanência regularmente armazenada na residência”, disse a defesa. Ainda segundo os advogados, não se deve “imputar ao sentenciado falta disciplinar apta a repercutir negativamente sobre o regime em que atualmente cumpre pena”. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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