Análise: Para conseguir abrir Estreito de Ormuz, Trump deixará outros assuntos espinhosos para depois
Confira os detalhes que estao repercutindo. O que está sendo negociado entre Estados Unidos e Irã ainda não é paz, nem o desmantelamento dos programas nucleares e de mísseis.
Alem disso, Essas questões ainda serão debatidas — talvez dentro de alguns meses. Segundo o secretário de Estado americano, Marco Rubio, há uma "proposta bastante sólida com prazo determinado sobre a questão nuclear". Mas, por ora, o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou um acordo que pode estender o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz, aliviando a maior interrupção energética da História moderna.
Estrutura preliminar: Irã confirma avanço nas negociações com os EUA, mas descarta acordo iminente 'Negociações em andamento': Trump afirma que EUA não vão 'se precipitar' em acordo com o Irã; Ormuz está no centro das discussões A melhor notícia desta negociação, mediada por um general paquistanês linha-dura, é que um conflito que facilmente poderia ter saído ainda mais do controle parece estar desacelerando. Supondo que tanto Trump quanto o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, que se encontra escondido, aprovem a redação final do acordo, o ponto de estrangulamento por onde passam 20% do petróleo mundial deverá ser reaberto. Isso não é trivial em um momento que os republicanos temem chegar às eleições de meio de mandato, que vai acontecer em novembro, com a gasolina em torno de US$ 4,50 (mais de R$ 22, na cotação atual) o galão e um presidente que buscava uma guerra à qual a maioria dos americanos se opõe, segundo as pesquisas de opinião. Para os iranianos, a oportunidade surge justamente quando sua fragilizada economia parecia prestes a entrar em colapso, devido à perda da maior parte de sua receita petrolífera. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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