Após suspeita de desvio de servidores em caso Master, BC reforça plano de integridade
A informacao chegou e merece atencao. Após as suspeitas de vantagens indevidas de dois servidores no caso Master, o Banco Central apertou as regras do programa de integridade da autarquia na atualização do Farc para ">dissidentes das Farc para ">plano para o biênio de 2026 e 2027.
Vale destacar que Como antecipou O GLOBO, o documento, divulgado nesta quinta-feira, prevê avaliar a necessidade de alternância de funções e postos específicos para mitigar possíveis conflitos de interesse e da criação de novas instâncias colegiadas ou validação de duas etapas em processos decisórios. Inadimplência precoce: Acesso a crédito dobra entre jovens e acende alerta Comida, aluguel, gasolina: inflação pesa mais no Nordeste, reduto lulista Também consta do plano a avaliação de adoção de diligência prévia e de outras medidas de mitigação de conflitos de interesse na alocação ou realocação de servidores em áreas sensíveis para prevenir desvios de integridade. O documento ainda prevê a melhoria no tratamento de denúncias recebidas do público externo e interno sobre irregularidade de servidores e colaboradores e aprimorar os procedimentos de responsabilização dos funcionários.
O plano de integridade 2026-2027 tem 36 ações distribuídas em sete eixos temáticos, incluindo transparência, ética, comunicação e treinamento, práticas de integridade nos processos de trabalho, tratamento de denúncias, responsabilização e monitoramento contínuo. Reação: Bancos criticam suspensão do consignado do INSS e alertam para impacto sobre população vulnerável Segundo o BC, o novo plano dá especial atenção ao avanço na adoção de medidas de tratamento a riscos de integridade, à capacitação de servidores, ao aprimoramento do tratamento de denúncias, ao fortalecimento dos procedimentos de responsabilização e à incorporação de ações voltadas à diversidade, equidade, inclusão e ao enfrentamento do assédio e da discriminação. "Nesse contexto, a gestão da integridade abrange a prevenção, a detecção, a responsabilização e a remediação de fraudes e atos de corrupção, bem como a promoção e a observância de valores, normas e princípios orientados à proteção do interesse público e ao respeito a direitos", disse o órgão em nota à imprensa. O Plano de Integridade faz parte do Plano Estratégico do BC para os anos de 2026 e 2029, mas ganhou ainda mais importância diante das suspeitas de corrupção contra Paulo Souza e Belline Santana no caso Master. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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