Carnaval, violência e uma boa dose de bairrismo e lenda urbana: o que contos de novos autores do Rio revelam sobre o estado
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. O enterro do sambista que acaba em gurufim, crimes que ganharam as manchetes enfileirados numa mesma história e um jovem que levanta suspeita de um policial apenas por ser negro e favelado.
Vale destacar que Os assuntos relacionados aqui poderiam, mas não foram retirados de jornal algum. Eles estão presentes na antologia que resultou de uma das edições do Prêmio Rio de Contos, realizado pela Mater Produções e pela Leia Brasil, em parceria com o Ministério da Cultura. Desde 2020, o concurso se dedica a descobrir e lapidar novos talentos literários fluminenses.
Nesse período, uma análise dos mais de 1.500 trabalhos recebidos pelos organizadores do certame — cuja quarta edição tem inscrições abertas até o próximo dia 2 de junho — mostra como a novíssima geração de contistas vê o Rio e como o estado é retratado nas narrativas dos autores. Atuou como voluntário: Ex-mercenário da guerra na Ucrânia treina traficantes do Comando Vermelho no uso de drones para transportar armas e drogas Álbum fake: Polícia apreende 200 mil figurinhas falsificadas do álbum da Copa do Mundo Padrões repetidos Os idealizadores do projeto perceberam que alguns padrões se repetem. Entre os textos enviados pelos autores da capital predominam temas como carnaval e violência urbana, além do bairrismo explicitado algumas vezes no próprio título. Um exemplo é “Santa Clara às três horas da tarde”, de João Ricardo Campos, presente na primeira coletânea, lançada em 2022, e cuja ação transcorre na conhecida rua de Copacabana, na Zona Sul. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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