Como ataque brutal a festa de uma mulher revela ascensão de grupo paramilitar russo
valores dos ">Veja o que foi divulgado recentemente. Katya afirma que passou a viver com medo depois da condenação criminal.
Vale destacar que BBC Aviso: Este artigo contém linguagem discriminatória Katya estava prestes a apagar as velas do bolo de aniversário de 30 anos quando homens mascarados invadiram a boate onde acontecia a festa e passaram a atacar seus amigos física e verbalmente. "Eles nos chamavam de viados e lésbicas. Podia ouvir violência por toda parte", afirmou Katya em entrevista ao Serviço Mundial da BBC.
Segundo Katya, sua mãe foi obrigada a ficar de quatro no chão. A ação foi organizada por um grupo de vigilantes chamado Russkaya Obshina (Comunidade Russa, em tradução livre), que busca reforçar a agenda do presidente russo, Vladimir Putin, de promoção de valores tradicionais ligados à família e de combate ao que ele descreve como liberalismo ocidental. Em algumas dessas operações, a polícia atua ao lado do grupo e, neste caso, não foi diferente. Em um vídeo publicado depois nas redes sociais, o grupo Russkaya Obshina afirmou que buscava provas de "propaganda" LGBT, considerada ilegal na Rússia. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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