Como são os jantares nos restaurantes brasileiros que conquistaram três estrelas Michelin
Uma análise mais atenta mostra que a situação é diferente do que muitos imaginavam. Sabor e criatividade: os segredos dos brasileiros com três estrelas Michelin Dois restaurantes brasileiros passaram a ostentar, pela primeira vez, três estrelas no Guia Michelin.
Nesse contexto, O Tuju, do chef Ivan Ralston, e o Evvai, comandado por Luiz Filipe Souza, ambos em São Paulo, receberam a mais alta avaliação da publicação gastronômica na última segunda-feira (13) -- são as primeiras casas da América Latina a atingirem esta recomendação. As três estrelas indicam cozinhas que oferecem uma experiência excepcional, considerada digna de uma viagem especial, reconhecimento máximo concedido pelo guia. O jantar três estrelas do Tuju A experiência no Tuju começa antes mesmo do jantar principal.
A reportagem acompanhou um percurso em diferentes ambientes do restaurante, com a recepção e os primeiros sabores servidos em outro andar, como uma espécie de preparação para a sequência que viria depois. A proposta é conduzir o cliente por etapas, criando uma progressão clara entre ambiente, ritmo e pratos. Ao longo do jantar, o menu se desdobra em dez etapas. Os pratos chegam um a um, sempre apresentados pela equipe, que explica ingredientes e técnicas: preparos como peixe curado, ouriço-do-mar combinado com caviar e abóbora, cordeiro maturado e pratos centrados em um único ingrediente, como o tomate, trabalhado em diferentes texturas.
Vale seguir de perto o desenrolar dos próximos capítulos.