Conheça adeptas do ‘nolt’, movimento que prega a revolução da velhice
O que parece simples na superfície tem camadas bem mais interessantes por baixo. Aos 69 anos, a vida da piauiense Ana Gomes não tem nada de trivial.
Vale destacar que Nascida em uma família simples, ela contrariou o destino das mulheres ao seu redor: atividades manuais, como bordado e costura, cuidados com a casa e o marido. Formada em Educação Física, aposentou-se cedo, aos 50, e não aceitou o fim da vida profissional. Na mesma época, iniciou uma nova graduação, no curso de Direito, trabalhou na área até 2021 e, desde então, desafia-se constantemente.
“Sempre fui competitiva. Estou em um grupo de jogos de tabuleiro e estudo muito para participar dos encontros. Também faço maratonas de corridas e, hoje, minha principal atividade é ser trilheira. Subo um morro correndo, pulo de um penhasco até o riacho.
A discussão está só começando. Prepare-se pra mais desdobramentos.