Desembargador do TJRJ suspende venda de ações que renderia R$ 4,5 bi para Oi, antiga 'supertele'
A novidade esta movimentando o setor. No vaivém das disputas em torno do processo de recuperação judicial do que sobrou da operadora de telefonia Oi, o Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) decidiu no fim do dia de sexta-feira suspender a venda da participação acionária da empresa na provedora de infraestrutura de rede V.Tal, informou a companhia neste domingo.
De acordo com informacoes, Inflação global dos eletrônicos: Disparada dos preços de iPad e Xbox indica o que vem por aí com a crise dos chips Oi: Da supertele nacional ao pedido de insolvência. Entenda A fatia de 27% da antiga “supertele” na V.Tal é o ativo mais valioso que sobrou na empresa em recuperação. Os administradores judiciais do processo vinham tentando vender o bem para pagar parte dos credores, mas alguns deles — o banco americano UMB Bank e as gestoras americanas SC Lowy Primary Investments e Pimco — são contra a estratégia e travam uma batalha judicial contra eles por causa disso.
Entenda a disputa Em abril, o juízo de primeira instância do TJRJ que cuida do processo de recuperação judicial homologou a venda da participação na V.Tal para fundos do banco BTG Pactual, por R$ 4,5 bilhões. Os três credores descontentes alegaram que o valor ficou muito aquém do mínimo de R$ 12 bilhões estipulado no processo de venda. Essa argumentação foi apresentada em recurso no TJRJ. No fim do dia de sexta, o desembargador Augusto Alves Moreira Júnior, da 1ª Câmara de Direito Privado do TJRJ, deu razão aos credores descontentes. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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