Ebola: cientistas de outros países não têm acesso a amostras do vírus por trás de um dos maiores surtos da doença; entenda
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Cientistas que correm para desenvolver potenciais vacinas e tratamentos contra um surto mortal de Ebola estão tendo de fazê-lo sem uma amostra viável do vírus, evidenciando disputas crescentes sobre o compartilhamento de patógenos e a dificuldade de transportar materiais infecciosos através de fronteiras para pesquisa.
Vale destacar que Vida Boa: Zezé Motta ensina receita de drinque refrescante e sem álcool Nova no SUS: Vacina que previne bronquiolite já reduziu em 16% casos graves em bebês Mais de um mês após o surto ter sido identificado na República Democrática do Congo (RDC), pesquisadores ainda dependem de amostras do vírus coletadas durante epidemias anteriores. Isso torna mais difícil determinar se vacinas e tratamentos experimentais funcionarão contra o vírus atual e validar testes laboratoriais projetados para detectá-lo. — Não há nada como ter o (vírus) isolado autêntico — conta Thomas Geisbert, professor de microbiologia e imunologia no University of Texas Medical Branch em Galveston, nos Estados Unidos, que ajudou a desenvolver vacinas contra o Ebola.
Alzheimer: Novo medicamento que desacelera perda cognitiva chega ao Brasil O trabalho é especialmente urgente porque nenhuma vacina ou tratamento foi aprovado para a rara espécie Bundibugyo do Ebola, que está se espalhando no leste da RDC. O atraso parece refletir preocupações sobre o compartilhamento de amostras de patógenos que poderiam ser usadas para desenvolver produtos comerciais, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. Elas pediram para não ser identificadas porque a questão é politicamente sensível. O Ministério da Saúde do Congo e o Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica não responderam a ligações e mensagens de texto nesta semana solicitando comentários. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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