Entrevista: 'Nunca mais o futebol vai ser contado sem uma de nós', diz Ana Thaís Matos sobre representatividade feminina
Veja o que foi divulgado recentemente. Não se passa indiferente a Ana Thaís Matos.
Vale destacar que Embora a paulistana de 41 anos tente se desvencilhar do peso do pioneirismo que carrega, suas marcas no jornalismo esportivo brasileiro são inegáveis. A caminho de mais uma Copa do Mundo como comentarista da TV Globo, ela faz, com a franqueza de sempre, um balanço de sua trajetória e da representatividade feminina no futebol, reflete sobre ansiedade e haters e apresenta a coluna que escreverá no GLOBO nos dias de jogo da seleção na Copa. Esta será sua terceira Copa do Mundo na Globo.
O que mudou em você de 2018 para cá? Amadureci, claro. Filtrei o meu olhar também. É legal olhar a plataforma de jogo, mas o comportamento de quem promove o espetáculo é tão importante quanto saber se o cara chuta com a esquerda ou a direita. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.



/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/R/5/PDklQmQr2Jn7ky5PwxWA/2026-01-30t045515z-1748336156-rc2fbja1w3cp-rtrmadp-3-usa-trump-federal-reserve.jpg)
