'Estoy aquí, I’m here, Soc aquí': o que o cérebro de Shakira revela sobre quem fala mais de um idioma (ela domina 6!)
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Shakira e o cérebro poliglota Estoy aqui, Estou aqui, I’m here, Io sono qui, Je suis ici, Soc aquí, أنا هنا, diz o g1, pronto para explicar as entrarão em vigor a partir do GP de Miami, em">regulamento-entrarao-em-vigor-a-partir-1a89dc/" title="Fórmula 1: Mudanças no regulamento entrarão em vigor a partir do GP de Miami, em">mudanças que ocorreram no cérebro da cantora colombiana Shakira, diante do fato de ela dominar tantos idiomas: espanhol, sua língua materna; inglês (com direito a um vocabulário vasto e a participações em programas de TV, como o de Jimmy Fallon); italiano, em nível avançado, dispensando tradutores; francês, com um errinho aqui, outro ali, mas total capacidade de se comunicar (é o que importa, afinal de contas); catalão, aprendido durante o período em que morou em Barcelona (“Boig per Tu” é inteira nesse idioma); árabe, pela ascendência libanesa, mas com domínio “apenas” de expressões e frases isoladas.
Alem disso, 🎶Whenever, wherever, 🎶 ou melhor, não importa quando nem onde, Shakira consegue rapidamente acessar o vocabulário, as estruturas sintáticas e as expressões populares de cada uma dessas línguas. O cérebro dela, assim como o de todas as pessoas multilíngues, trabalha sob a lógica de “malabarismo mental”, como explica Felipe Barros, médico neurologista do Hospital Sírio Libanês. “Diferentemente do que se acreditava no passado, os idiomas não ficam armazenados em compartimentos isolados; eles permanecem ativos simultaneamente.
Quando uma pessoa fala um idioma, o cérebro precisa recrutar mecanismos de inibição para suprimir as palavras e as regras gramaticais das línguas que não estão sendo usadas”, afirma. ➡️Ou seja: no momento em que a cantora estiver dando uma entrevista em italiano, o sistema nervoso dela fará um esforço contínuo para ignorar os outros idiomas “intrusos”, como o português e o inglês. Todo esse processo mantém as redes neurais em estado de alta atividade e coordenação. “É um sistema de controle de ‘chaveamento’”, como define Barros. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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