Famílias endividadas arriscam ao atrasar taxa de condomínio
Confira os detalhes que estao repercutindo. O endividamento das famílias brasileiras atingiu 80,4% em março, o últimos 20 venc">orçamento de 15 dos últimos 20 venc">maior nível da série histórica, com alta tanto na comparação mensal quanto anual.
Segundo apurado, É o que aponta a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse avanço ocorre em um contexto de juros ainda elevados, apesar do início da queda da taxa Selic, cujos efeitos demoram a chegar ao consumidor. Além disso, a alta dos combustíveis e as incertezas externas, como o conflito no Oriente Médio, pressionam a inflação, reduzem o poder de compra e incentivam o uso de crédito para despesas básicas, apontou a CNC.
Mas, na prática, especialistas defendem que o maior impacto é mesmo no dia a dia do brasileiro. Para o administrador de empresas e CEO da LLZ Garantidora, Zener Costa, um ponto de atenção está na taxa de condomínios. "Quando o endividamento acontece, automaticamente as famílias procuram onde é possível cortar custos para resolver o problema, mas, além disso, outro hábito é entender quais contas podem ser atrasadas sem maiores prejuízos. E uma dessas contas que assume o papel de coadjuvante e acaba sendo deixada de lado é o condomínio. Continue acompanhando pra nao perder as novidades.
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