Israel intensifica ataques no sul do Líbano horas antes de negociações mediadas pelos EUA
nesta-segu-e10d30/" title="Alerta de chuvas intensas atinge 15 cidades de AL nesta segunda; veja quais">cidades-brasilei-7c9d84/" title="Estudo usa bromélias para medir poluição em cidades brasileiras; veja como funci">Veja o que foi divulgado recentemente. O Exército de Israel afirmou ter lançado novos ataques contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano nesta quinta-feira (14), poucas horas antes do início de negociações mediadas pelos Estados Unidos entre os dois países, em Washington.
De acordo com informacoes, Segundo os militares, as ofensivas tiveram como alvo “instalações terroristas do Hezbollah” em diferentes áreas da região, após alertas de evacuação serem emitidos para várias aldeias do sul libanês. 'Teremos um futuro fantástico juntos', diz Trump em encontro com Xi Jinping em Pequim, com Irã, Taiwan e comércio em pauta Netanyahu fez visita secreta aos Emirados Árabes Unidos durante a guerra contra o Irã A nova ofensiva ocorre em meio ao frágil cessar-fogo firmado após meses de confrontos na fronteira e reforça o temor de uma escalada mais ampla. Apesar da trégua, um ataque israelense também atingiu um carro em uma importante rodovia que liga Beirute ao sul do país, na região de Jiyeh, a cerca de 20 quilômetros da capital libanesa, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano.
O episódio reacendeu a tensão em uma área considerada estratégica para o deslocamento entre o sul e a capital. Nos últimos dias, os bombardeios israelenses já haviam deixado ao menos 13 mortos no sul do Líbano, incluindo dois socorristas que atendiam vítimas de um ataque anterior em Nabatieh e uma pessoa ferida que eles tentavam resgatar, de acordo com o Ministério da Saúde libanês. Beirute afirma que, desde o cessar-fogo de 17 de abril, ao menos 380 pessoas morreram em ataques intensificados, enquanto o líder do Hezbollah, Naim Qassem, prometeu transformar o campo de batalha em um “inferno” para as forças israelenses. A escalada no Líbano ocorre paralelamente ao impasse entre Estados Unidos e Irã, que mantém o Estreito de Ormuz sob forte pressão e amplia a instabilidade regional. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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