Justiça solta funcionário do IML que fez Pix de R$ 7 mil pelo celular de morto
A novidade esta movimentando o setor. Funcionário do IML é preso após usar celular de morto para fazer Pix de R$ 7 mil O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) soltou o atendente do Instituto Médico-Legal (IML) acusado de utilizar o celular de um morto para fazer um Pix de R$ 7 mil para a própria conta em Santos, no litoral de São Paulo.
Segundo apurado, Daniel Nathan Ribeiro Andrade, de 36 anos, teve a liberdade provisória concedida após um habeas corpus. Ele também se tornou réu no processo por peculato. Daniel foi preso no início do mês suspeito de usar o celular de um motociclista morto para realizar uma transferência e quebrar o aparelho dele após o crime.
A fraude foi descoberta pela companheira do homem, após ela ir ao banco para encerrar a conta dele. No local, ela notou que o Pix havia sido feito horas após a morte dele ser constatada (veja abaixo) ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O Ministério Público (MP) denunciou Daniel pelo crime de peculato. A Justiça aceitou o pedido na última sexta-feira (19), tornando ele réu no processo. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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