'Medeia' entra em cartaz no Teatro Firjan SESI Centro e reabre o mito a partir do ponto em que terminam as tragédias clássicas
Começa a ficar claro por que o tema vem movimentando tanto as conversas. O Teatro Firjan SESI Centro recebe, a partir de 27 de abril, o espetáculo “Medeia”, com dramaturgia inédita de Diogo Liberano e direção de Paulo de Moraes.
Vamos aos detalhes: A montagem, estrelada por Carolina Pismel e Paulo Verlings, parte das versões de Eurípides e Sêneca para reimaginar o mito a partir do ponto em que Medeia e Jasão permanecem frente a frente, após o desfecho trágico. No imaginário ocidental, o mito de Medeia e Jasão reúne amor, traição, ambição política e violência. Após ajudar Jasão a conquistar o Tosão de Ouro e romper com sua própria terra e família, Medeia é deixada quando ele decide se casar com a filha do rei de Corinto em busca de prestígio.
Sua resposta extrema transforma o mito em reflexão sobre exclusão, poder e condição feminina. Na leitura de Eurípides, Medeia deixa de ser apenas figura monstruosa e passa a expressar a dor de uma mulher estrangeira e humilhada, revelando fissuras morais de uma sociedade patriarcal, razão pela qual sua história segue mobilizando teatro, literatura e pensamento contemporâneo. Ao final das tragédias clássicas de Eurípides e Sêneca, Medeia parte. Suspensa em um carro alado, ela escapa, levando consigo uma história que parece encerrada.
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