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O que a ciência diz sobre a obrigação de testes genéticos para atletas mulheres nos Jogos Olímpicos

A movimentação atual deixa pistas claras sobre o que vem pela frente. A nadadora brasileira Ana Marcela na prova de 5 km do Mundial Maratona Aquática de Budapeste Bernadett Szabo/Reuters O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que, a partir dos Jogos de Los Angeles 2028, a categoria feminina será limitada a atletas do sexo biológico feminino, com base em testes genéticos.

Não por acaso, E qual o motivo dessa medida? Segundo Kirsty Coventry, primeira mulher a presidir o COI, as evidências científicas são bem claras: o cromossomo masculino cria vantagens em esportes que envolvem força, potência e resistência. O teste genético será exigido para confirmar se a atleta é realmente do sexo feminino, isto é, se ela não apresenta o cromossomo Y.

Isso porque, em humanos, o sexo é determinado pela presença do cromossomo Y. Assim, um indivíduo com cariótipo 46,XX é considerado do sexo feminino, enquanto 46,XY é do sexo masculino. O cariótipo corresponde ao conjunto de cromossomos de um indivíduo, representando a constituição genética dele. Em um cariótipo humano normal, cada célula analisada deve apresentar 22 pares de cromossomos autossômicos (1 ao 22).

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