Parlamento Europeu rejeita ato que poderia restringir a importação de soja brasileira pela União Europeia
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. O Comitê da Indústria, Pesquisa e Energia (ITRE) do Parlamento Europeu aprovou hoje uma moção contrária a uma proposta que pretendia incluir a soja numa lista de restrições para o uso no continente.
Vale destacar que A decisão poderia afetar as exportações do grão produzido no Brasil, afetando um comércio que em 2025 alcançou seis milhões de toneladas em envios do país para o bloco. Apesar de desaceleração global: FMI eleva previsão de crescimento do Brasil para 2026 IPVA por peso do carro: proposta que muda forma de calcular imposto avança na Câmara; entenda A decisão foi comemorada por entidades de produtores de soja do Brasil, da Argentina e da Europa. A moção definida nesta quarta-feira vai contra a proposta da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, que se insere na estratégia do bloco de ampliar o uso de energia de fontes limpas até 2030.
De acordo com o texto, os países da UE não poderiam mais usar os biocombustíveis feitos à base do grão para cumprir suas metas de descarbonização, que constam na chamada Diretiva de Energias Renováveis. Exportações do complexo de soja do Mercosul para a UE Arte O Globo A ideia desta diretiva é ampliar o uso dos biocombustíveis, mas, como mostrou O GLOBO no fim do mês passado, há na Europa o fantasma do desmatamento. A UE, portanto, quer incentivar o uso dos chamados biocombustíveis de segunda geração, feitos à base de resíduos, torcendo o nariz para os feitos à base de grãos, como forma de não incentivar desmatamento. O argumento é que a expansão do cultivo de soja, palma e outras matrizes vegetais pode derrubar árvores, o que elevaria a emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera, agravando a atual crise climática. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
Conteudo agregado de fonte publica com reescrita editorial. Direitos autorais da materia original pertencem ao site de origem.





