Plano dos EUA para destruir capacidade de mísseis do Irã enfrenta obstáculos com rápida recuperação de bases subterrâneas
Veja o que foi divulgado recentemente. Os esforços dos Estados Unidos e de Israel para neutralizar a capacidade de mísseis do Irã enfrentam limites cada vez mais evidentes.
Importante mencionar que Pouco mais de sete semanas após o início do cessar-fogo entre Washington e Teerã, a República Islâmica já recuperou o acesso a grande parte de suas bases subterrâneas de mísseis, levantando dúvidas sobre a eficácia de uma estratégia baseada principalmente em bombardeios contra a infraestrutura militar iraniana, segundo uma análise da rede CNN baseada em imagens de satélite. Contexto: Trump compartilha rascunho de acordo com Irã a aliados enquanto ministro paquistanês viaja aos EUA para reunião com Rubio Impasse: Guerra no Irã impõe sombra à celebração dos 250 anos de independência dos EUA e causa fissuras na base de Trump De acordo com o levantamento, o Irã conseguiu reabrir 50 das 69 entradas de túneis atingidas por ataques americanos e israelenses em 18 complexos subterrâneos espalhados pelo país. Estradas destruídas para impedir o deslocamento de lançadores móveis também foram reconstruídas, e algumas chegaram a ser asfaltadas novamente.
O avanço dos reparos ocorreu apesar de semanas de ataques que tinham como objetivo bloquear acessos, destruir lançadores e dificultar o uso do arsenal iraniano. Para analistas, a rapidez da recuperação demonstra que atingir entradas de túneis pode retardar operações militares, mas dificilmente elimina de forma permanente a capacidade de lançamento de mísseis do país. — Os militares americanos são muito eficientes em alcançar sucessos táticos, e bloquear temporariamente a força de mísseis iraniana é um exemplo disso. Mas, sem objetivos estratégicos claros e alcançáveis, isso pode acabar se transformando em um fracasso estratégico — afirma Sam Lair, pesquisador do Centro James Martin de Estudos sobre Não Proliferação. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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