Prefeitura do Rio publica exoneração de ex-assessor parlamentar preso em operação que era alvo por ligação com TCP
Veja o que foi divulgado recentemente. Um dia após a prisão de Michael Johnny Vianna de Azevedo por posse de arma durante a operação em que ele era alvo por suspeita de ligação com o Terceiro Comando Puro (TCP), a prefeitura do Rio publicou nesta sexta-feira a sua dispensa do cargo na Companhia municipal de Energia e Iluminação do Rio (Rioluz).
Vale destacar que O deputado estadual Val Ceasa (PRD) e o ex-vereador Ulisses Marins foram os outros alvos de mandados de busca e apreensão. Flagrante: Presos em operação por suspeita de ligação com o TCP foram nomeados na Rioluz; prefeitura anuncia exoneração Nas vísceras da Alerj: entenda como o TCP se entranhou no Legislativo estadual, segundo o Ministério Público Michael Johnny, ex-assessor parlamentar de Val Ceasa, havia sido admitido em fevereiro do ano passado, com salário líquido de R$ 3,4 mil. Na ocasião, "nada que vetasse a sua nomeação foi encontrado pela Secretaria de Integridade", informou o município após sua prisão, quando anunciou que ele seria exonerado.
A dispensa da função de confiança de subgerente de operação e fiscalização noturna na Zona Norte foi publicada em Diário Oficial nesta sexta-feira. Mensagens interceptadas: Chefão do CV, Doca já sugeriu cooptar Val Ceasa para a maior facção do Rio, rival do TCP Além de Michael Johnny, sua companheira Suelen Silva dos Reis, a Suelen Bacana, também foi presa. Ela, que é viúva do ex-vereador Zico Bacana — que também foi assessor parlamentar de Val Ceasa e que foi assassinado em 2023, com os autores do crime ligados ao Comando Vermelho (CV), segundo a investigação —, também era nomeada na Rioluz. Admitida em janeiro de 2025, ela foi dispensada no último dia 3. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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