Presidente do México rejeita intervenção após EUA acusarem governador de narcotráfico
Nos ultimos dias, o assunto vem ganhando atencao. Nenhum "governo estrangeiro" pode intervir no México, afirmou a presidente Claudia Sheinbaum nesta sexta-feira, meses-internado-730adf/" title="Marquito recebe alta após dois meses internado">dois dias depois de os Estados Unidos acusarem um governador e outros nove funcionários do partido governista de terem ligações com o narcotráfico.
Segundo apurado, A Procuradoria-Geral da República de Nova York revelou na quarta-feira que solicitou a prisão e extradição do governador Rubén Rocha Moya, do partido Morena e aliado próximo do ex-presidente Andrés Manuel López Obrador. Entenda: caso de governador acusado de supostos vínculos com o narcotráfico testa relação entre México e EUA e pressiona Sheinbaum Leia mais: concessões de presidente do México ao governo Trump alimentam tensão com sua base política Um senador, um prefeito e outros sete funcionários também são acusados de supostos vínculos com o cartel de Sinaloa para distribuir "enormes quantidades de narcóticos nos Estados Unidos". Sem mencionar explicitamente os Estados Unidos ou a acusação, Sheinbaum afirmou nesta sexta-feira, em um evento público no estado de Chiapas, no sul do país, que seu governo defende o princípio da soberania.
“Nenhum governo estrangeiro pode entrar em nosso território. Porque aqui temos homens e mulheres mexicanos que defendem nossa pátria. É por isso que qualquer governo estrangeiro se chocará com nossos princípios”, enfatizou ela. A acusação contra Rocha, um senador, um prefeito e outros sete funcionários abalou o partido governista no México, já que é a primeira vez que autoridades de alto escalão são acusadas de envolvimento com o narcotráfico. Acompanhe mais conteudos como esse no site.
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