Que o protagonismo de Vini Jr. siga dando um baile na nossa desconfiança
Confira os detalhes que estao repercutindo. Meu mantra quase diário nesta Copa é repetir sobre o grande torneio de Vinicius Junior até aqui.
De acordo com informacoes, Ele já anotou quatro gols, tirou o Brasil das cordas contra Marrocos, deu uma assistência e poderia ter marcado, contra o Japão, talvez um dos gols mais bonitos da história dos Mundiais. Subestimamos, sim, o potencial de Vini, e coube a um treinador italiano mostrar isso ao romper com as nossas convicções e mostrar que ter conquistado títulos nas cinco principais ligas do mundo não foi um acaso. Vinicius Junior acerta a trave em Brasil x Japão pela 2ª fase da Copa do Mundo 2026 Molly Darlington / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP Durante anos, a seleção brasileira tentou encontrar o Vini Jr.
do Real Madrid, mesmo sem dar a ele a mínima estrutura coletiva para que pudesse bailar. Nossa frustração pelo que não acontecia com Vini nos fez diversas vezes ignorar o caos técnico que se viveu após a Copa do Catar e o quanto não ter um time organizado impactou negativamente as atuações pouco inspiradas do atacante. Nessa lacuna entre a frustração do que não acontecia e a expectativa sobre o que poderia acontecer, a esperança sobre Neymar — mesmo em meio a tantas lesões — sempre foi muito maior do que as certezas sobre Vini, que nesse mesmo período sempre se manteve bailando, só que dentro de campo. Antes de Ancelotti, no Brasil, Vinicius recebia a bola quase sempre cercado, com laterais brasileiros muito próximos o deixando sem espaço, o obrigando a se virar contra defesas mais fechadas, sem criar mecanismos para movimentar as linhas defensivas adversárias. Fique de olho nas proximas publicacoes.
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