Risco de recessão global e freio no consumo crescem com Estreito de Ormuz fechado há 9 semanas
A novidade esta movimentando o setor. O choque no fornecimento de petróleo no Estreito de Ormuz ainda não derrubou a demanda porque países ricos estão usando seus estoques e pagando mais caro para garantir abastecimento.
Alem disso, Mas esse alívio é temporário. Traders já alertam que um ajuste severo está a caminho. Governo vai elevar mistura de etanol na gasolina para 32% para zerar importações, diz ministro de Minas e Energia morte-de-operario-durante-montagem-de-palco-para-show-d-776c52/" title="Após morte de operário durante montagem de palco para show de Shakira, em Copaca">Após promessa de bilhões, governo Trump libera primeiro visto 'cartão ouro' de US$ 1 milhão Quanto mais tempo essa rota vital de petróleo seguir fechada, dizem os traders, mais o consumo terá que se recalibrar para baixo, para se alinhar a uma oferta que já caiu pelo menos 10%.
Na prática, isso significa que as pessoas terão que comprar menos — seja por preços que não conseguem pagar, seja por intervenção governamental para forçar a redução do consumo. A perda de cerca de 1 bilhão de barris já é praticamente certa — mais que o dobro dos estoques emergenciais liberados pelos governos logo após o início do conflito, no fim de fevereiro. Esses “colchões” estão sendo rapidamente consumidos e, por enquanto, ajudam a segurar os preços. Entenda as medidas do governo até agora para reduzir o impacto da guerra no preço dos combustíveis Mas, com o bloqueio chegando à nona semana, a chamada destruição de demanda — que começou em setores menos visíveis, como o petroquímico na Ásia — começa a se espalhar, de forma silenciosa, para mercados do dia a dia no mundo todo. Siga acompanhando o blog pra mais atualizacoes.
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